Saudações faconianas,
equipe do JF.


Heloísa Helena: Bom início nas pesquisas
Dilma Rousseff: Na cola de Lula.
Ciro Gomes: Não desiste nunca!
Aécio Neves: Tem vaga pra ele?
Dia dez, na sala Walter da Silveira, dentro da programação das quartas baianas, acontecerá o lançamento do site: http://www.filmografiabaiana.com.br/. O site pretende ser um catálogo de todos os filmes já desenvolvidos em nossa terra sem importar o gênero, formato ou caráter comercial. Os próprios idealizadores definem o projeto como o maior panorama de filmes baianos que já existiu. Antigamente as tentativas de mapeamento dos filmes feitos no estado eram esparsas e limitas a um recorte temporal ou programático. Desta vez, o levantamento, está sendo realizado pelo DIMAS (Departamento de Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia) e objetiva apresentar uma visão geral sobre a filmografia baiana . Para isso, concentrou-se em coletar informações básicas sobre a maior quantidade possível de filmes produzidos no estado.

_O músico foi uma das atrações de ontem, dia 04/12, da oitava edição do Mercado Cultural, que começou no dia 03 e vai até o dia 07 de dezembro desse ano. A noite teve a abertura do quarteto venezuelano C4, às 20h30 e o show de Chico começou às 21h, acompanhado de sua banda, composta por Tiago Costa no piano, Marcelo Mariano no baixo, Edu Ribeiro na bateria e das cantoras Luciana Alves e Tatiana Parra.
Chico Pinheiro autografando um CD. Foto: Lusiane Palma.
Chico Pinheiro elogia a capa da Lupa. Foto: Lusiane Palma.

por Mariana Almofrey Nogueira

Na base da bolha podia-se ler os dizeres do jornalista e sociólogo Herbert Daniel, que morreu no ano de 1992 em decorrência da Aids: “Há uma coisa dentro de mim, contagiosa e mortal, perigosíssima, chamada vida, lateja como desafio”.
De acordo com o site http://www.aids.gov.br/, a decisão de transformar o 1º de dezembro no Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi tomada em outubro de 1987 pela Assembléia Mundial de Saúde – com apoio da ONU.
A data é adotada no Brasil desde 1988. A intenção é que ela sirva como um reforço a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV.

O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O símbolo – criado em 1991 pela Visual Aids – foi escolhido por remeter a sangue e à idéia de paixão. Ele foi usado (publicamente) pela primeira vez no prêmio Tony Awards, pelo ator Jeremy Irons.
No Brasil, o tema da Campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids deste ano tem como público alvo os homens acima dos 50 anos. Ela foi lançada no dia 25 do mês passado pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão e tem como slogan: “Sexo não tem idade. Proteção também não”.
A maioria dos casos de Aids ainda está concentrada na faixa etária de 25 a 49 anos. No entanto, a campanha é pertinente porque a taxa de incidência entre pessoas acima dos 50 anos dobrou entre 1996 e 2006 – passando dos 7,5 casos por 100 mil habitantes para 15,7.
Prostituta indiana participa de caravana pelo Dia Mundial de Combate à Aids em Calcutá, na Índia
_Que as mulheres vão revolucionar o mundo ninguém mais duvida (creio eu). Mas, as mulheres de Papua Nova Guiné estão tomando soluções drásticas para trazer paz ao sua região. Segundo a BBC, elas estariam matando seus próprios filhos do sexo masculino para encerrar a guerra tribal que já dura mais de 20 anos.

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Museu da Pessoa
A trindade cênica de “Ópaíó” (segundo item da Trilogia do Pelô) se concretizou no último dia 31 de outubro, quando estreou na Globo no formato de seriado, sempre exibido às sextas-feiras, após o Globo Repórter. Depois dos palcos, o espetáculo chegou às telas de cinema em 30 de março de 2007 e, com seis episódios gravados em película de 16 mm, “Ópaíó” tem direção geral de Monique Gardemberg (também diretora do filme), direção de núcleo de Guel Arraes e texto de Márcio Meirelles, Bando de Teatro Olodum, Mauro Lima e Jorge Furtado. Caminhando para o seu terceiro episódio, o seriado vem levando, aos lares brasileiros, o que é que a Bahia tem (ou dizem que tem): alegria, irreverência até nos momentos difíceis, deboche, junto com muito sotaque, música e uma sensualidade aparente, resultando na tão falada quanto discutida baianidade.
“Ópaíó” no cinema. Foto:André Gardemberg Sendo uma comédia musical, o seriado traz, através de Roque, esquetes musicais que passam pelo axé, reggae, pagode e brega. Exemplos disso são a versão pagodeada de “Tão Seu” (Samuel Rosa/Chico Amaral) e o clássico bregão “Vou tirar você deste lugar” (Odair José).
Roque (Lázaro Ramos) em cena. Foto:Thiago Teixeira/AE No mais, “Ópaíó” trouxe de volta à televisão o universo soteropolitano/ baiano que, desde a minissérie “Os Pastores da Noite” (baseado na obra de Jorge Amado) não se fazia presente na Globo e, mais uma vez, explorando o estereótipo do baiano, construído ao longo dos anos na ótica amadiana-caymmista-velosista...e por aí vai. Resta saber se a corruptela de “Olhe para isso, olhe”, que não é corretamente pronunciada por muitos brasileiros além Bahia, cairá nas graças dos mesmos ou reforçar o preconceito que ainda resiste entre muitos deles, bem como se é assim mesmo que os baianos querem se ver representados no plim-plim, que sempre viu, como exótico e folcloresco, os moradores da cidade da Bahia.

